
Antes que ele pulasse da cadeira. Fui explicando que era normal sentir algumas contrações até mesmo semanas antes do parto. A minha data prevista para o parto seria a partir de 12 de março e para não ter imprevistos, havíamos marcado um cesária para o dia 3.
Enquanto eu explicava a ele que só se considera trabalho de parto quando as contrações são mais frequentes, senti outra e depois mais outra. Ainda não queria acreditar que já estava entrando em trabalho de parto. E por incrível que pareça, a bobagem que passava pela minha cabeça era: Ah, não! 29 de fevereiro, não! Minha mãe já estava nervosa, mas eu fui tomar banho, acreditando que para dormir logo. Depois do banho, fui checar na internet qual intervalo de tempo entre uma contração e outra indica que é hora de ir para a maternidade.
Enquanto fazia a pesquisa tive mais duas contrações. Ligamos para o médico e ele falou aquilo que eu estava com medo de ouvir. Vá agora para a maternidade!
Não consigo explicar isso, por mais que esteja ansiosa pelo grande dia. Quando ele chega, sempre fico nervosa. Foi assim também com a minha primeira filha.
Chegando lá, fui examinada e as contrações estavam cada vez mais frequentes. Fui encaminhada ao centro cirúrgico.
Tudo aconteceu tão rápido que às 23 horas e 53 minutos do dia 28 de fevereiro, nasceu o nosso anjo: Isadora Francisca Verkade. Francisca é uma homenagem a minha mãe que tem se dedicado muito a mim, à Valentina e, agora à Isa.
Chorei de emoção quando vi Isadora. Linda e chorando bem alto.
Filhos são mesmo um presente de Deus. Meu coração é pura felicidade. Valeu a pena tudo. Agora quero aproveitar cada minuto.
Beijo grande e obrigada a todos que torceram!
Até mais!